Registro de previsões

Saiba quanto confiar em cada previsão.

Não há previsão assertiva. Por isso conferimos as nossas a cada edição, e você sabe quanto peso dar a cada número antes de decidir.

Modelo ilustrativo Números ilustrativos. Na edição real, você recebe a acurácia das previsões anteriores.

Registro da edição anterior · setor bancário

Confira o que foi previsto, a faixa esperada e o que aconteceu de fato.

Como ler: cada previsão tem um número central e uma faixa. Se o valor real cai dentro da faixa, a previsão se confirmou. A T-03 ficou fora: a pauta cresceu mais do que o previsto.

Como funciona

Da previsão ao resultado.

  1. 1

    A previsão

    Você sabe o que esperar

    Cada projeção ganha identificador, número central e faixa, para você saber o que esperar e com que margem. Exemplo: menções diárias do Bradesco em D+5, 640 (de 575 a 705).

  2. 2

    A recomendação

    Você sabe o que fazer

    A previsão vira ação com prioridade e prazo, ligada a um indicador que a sua equipe acompanha: “pauta acima de 170 matérias/dia em D+3”.

  3. 3

    A conferência

    Você mede o resultado

    Na edição seguinte, você vê o valor real e se ele ficou dentro da faixa. A acurácia acumulada mostra, ao longo do tempo, a qualidade do modelo.

Uma previsão que não pode ser conferida não serve para decidir.

Publicar os erros é o que dá peso aos acertos. Com o registro, a sua diretoria sabe quanto confiar em cada número e justifica cada decisão ao conselho com um histórico verificável.

Ver no relatório de exemplo

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Veja antes da concorrência o que vem pela frente.

Comece com um estudo inicial do seu setor: você vê onde está diante dos concorrentes e o que tende a acontecer, antes de fechar o projeto.

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